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Exonerações do alto escalão e o desgaste da administração de Patos


Como a cidade e todo o estado da Paraíba sabe, a prefeitura de Patos foi alvo de uma operação do GAECO e MPPB que investiga pagamento de propina, lavagem de dinheiro e fraudes em licitações por agentes públicos, servidores comissionados da prefeitura de Patos e as empresas Enertec e Real Energy LTDA, envolvidas no esquema.
 
Diante dos acontecimentos, o Diário Oficial do Município de Patos trouxe, na edição do dia 09 de agosto, a exoneração do chefe de gabinete da Prefeitura Municipal de Patos, Múcio Sátyro Filho, que se encontra preso após a Operação Cidade Luz, ocorrida no último dia 02 de agosto de 2018.
 
Além de Mucinho, como é carinhosamente chamado o ex-chefe de gabinete, o prefeito Dinaldo Wanderley Filho (PSDB), também exonerou o secretário de Administração do Município, Manoel Nóia Jácome Filho, que é irmão da primeira dama Mirna Nóia e cunhado do prefeito. 
 
Ao que tudo indica, Manoel Nóia poderá assumir a chefia de gabinete depois da exoneração de Mucinho, ficando assim tudo em casa, na verdade a exoneração foi uma possível troca de pasta.

O que se sabe pelos comentários nas rodas de conversas, o prefeito está insatisfeito com alguns comissionados e está exonerando muitos deles por não estarem desenvolvendo nada de relevante na administração pública.
 
Nas redes sociais, a população critica a gestão que na maioria das vezes faz vistas grossas, e esses problemas também reflete na base de sustentação do prefeito.
 
Estamos vendo que ele parece está mudando um pouco o seu Novo Jeito de governar diante do desgaste da gestão.